A PW Brasil, grupo da área de vestuário e responsável pelas marcas Missbella e Haus, acaba de assumir a gestão da marca Vide Bula, especializada em jeans-wear e há mais de 20 anos no mercado.
O negócio foi fechado na última semana e representa um investimento de cerca de R$ 25 milhões (R$ 21 milhões pela venda e outros R$ 4 milhões a serem aplicados em marketing e expansão). De acordo com o diretor presidente da PW, Paulo Vieira, a empresa decidiu pelo investimento acreditando na tradição da Vide Bula na moda e no seu potencial de crescimento. Continue
Fotos do site GNT (Coleção Verão 2010 masculino – SPFW)
O estilista Alexandre Herchcovitch com 15 anos de carreira leva em suas costas uma história de sucesso, carregando em seu nome a imagem de um dos principais estilistas do mercado brasileiro conhecido internacionalmente.
Começou a despertar olhares da cena fashion já em seu desfile de formatura na Faculdade Santa Marcelina e a criar e vender seu nome na cena underground de São Paulo.
Hoje faz parte da holding InBrands (grupo que administra as marcas Ellus, 2nd Floor e Isabela Capeto) além de assinar o estilo da Rosa Chá, continua na direção criativa das marcas que vendeu para a holding . No mercado acadêmico é diretor criativo do curso de Moda do Senac entre outras palestras e trabalhos que fecha com diversas instituições. No entretenimento da noite de São Paulo conta ainda com um projeto na casa noturna Glória, intitulado Alelux, dividindo as pickups com seu grande amigo e Dj Jhonny Luxo e o clã da Érika Palomino.
Em seu desfile da coleção masculina verão 2010 para SPFW, o estilista mostra mais uma vez seu talento.
Foto do site Chic – Gloria Kalil
A 2nd Floor nasceu da criação de um projeto na Flag Ship da Ellus nos Jardins, destinado a trabalhos de jovens criadores. Desde o seu surgimento em 2002, tem representado uma receita de sucesso, que virou submarca da Ellus na temporada de verão 2008 da SPFW, estreando com uma forte tendência as calças skinnys coloridas.
Contando a história de amor entre uma bailarina e um soldadinho de chumbo, a 2nd Floor trás para sua coleção Verão 2010 na SPFW um desfile fofo, em clima romântico e uma cartela de cores calmas e muito suaves: azul, amarelo, rosa, verde…
Foto do site Chic – Gloria Kalil
Confira comentários de alguns dos principais sites de moda:
Foto do site uol
Eduardo Pomba assumiu a criação da Fórum Tufi Duek a partir desta coleção. Seu antecessor, o próprio Tufi Duek, criava e gerenciava 4 marcas dentro da fórum (Fórum, Fórum Tufi Duek, Tufi Duek e Triton) e em março de 2008 as vendeu para o grupo AMC Têxtil.
O comentário este ano foi um só:
- será que Eduardo Pomba conseguirá manter o DNA da marca? Provavelmente sim, afinal ele está há 12 anos trabalhando com Tufi Duek e conhece bem a marca e seus clientes, além de dominar as técnicas de todo processo de criação e desenvolvimento de uma coleção.
Mais informações sobre a marca e sua nova direção aqui.
Foto do site uol (Eduardo Pomba)
No desfile da coleção verão 2010 para SPFW, o estilista trás o tema “A costa Brasileira”, em um clima sexy e elegante nos mostra um excelente trabalho em estamparia digital e belos vestidos em jérsei. Reafirma muito bem o conceito fino e moderno da mulher que veste Fórum Tufi Duek.
Foto do site Érika Palomino
Reinaldo Lourenço começou sua carreira como assistente da estilista Gloria Coelho, que mais tarde viria a se tornar sua mulher. Foi produtor de Constanza Pascolato e estudou na Studio Berçot na França, uma das mais conceituadas escolas de moda do mundo. E em 1984 abriu sua marca em São Paulo.
Saiba mais sobre a história do estilista e sua marca no site uol.
Na coleção Verão 2010 para SPFW o estilista apresentou sua coleção na Faap com referências do período cafeeiro, reforçanso em seu desfile a imagem brasileira e o estado de São Paulo, com muitas formas e cores que lembram o café. Ronaldo explorou tons sóbrios e também os metalizados.
Confira comentários de alguns dos principais sites de moda:
Foto do site Uol.
Desde que foi criada em 1975, pelas sócias Maria Cândida Sarmento e Malba Paiva, a Maria Bonita chamou atenção pelo estilo diferenciado e foi reconhecida como uma marca de luxo e contemporânea.
Hoje a Maria Bonita tem lojas e pontos de vendas em vários locais do Brasil e no exterior, seguindo sua trajetória de 33 anos de sucesso, sob a direção de Alexandre Aquino e Malba Paiva.
Danielle Jensen assumiu o estilo da marca em 2002 dando continuidade á personalidade da Maria Bonita, assinando os desfiles e as coleções.
Mais informações sobre a marca no site Maria Bonita.
Veja também pontos de venda, franquias e outras informações no site Chic – Gloria Kalil.
Foto do site Uol.
Confira comentários sobre os desfiles por alguns dos principais sites de moda:
Elle
“Artesanal chic
Tecidos rústicos, feitos em tear manual, com a simplicidade das feiras livres se transformam em bermudas largas, tops, vestidos-regatas. Elegantes na estranheza, alegres no colorido, livres no caminhar. Fios de algodão, linho e ráfia se trançam e dão leveza às roupas de formas tranquilas e estampas geométricas. Quadriculados gigantes, outros menores, listras finas, tecidos tecnológicos recoloridos com desenhos gráficos se misturam com liberdade. ” Por Regina Valadares para o site Elle.
Foto do UOL
A marca brasileira Cia. Marítima tem 18 anos de história e pertence ao grupo Rosset, que é um dos maiores fabricantes sul-americanos de tecidos com Lycra. A Cia. Marítima está entre os grandes lançadores de tendências dentro do segmento de beachwear, reforçando mundialmente a imagem da moda praia brasileira.
Mais sobre a marca, coleções e pontos de venda no site Cia. Marítima.
Informações sobre pontos de venda, multimarcas, franquias e exportação no site Chic – Gloria Kalil.
Na coleção Verão 2010, a marca trouxe para a SPFW um desfile com referências do mar Mediterrâneo aliado ao luxo e modelagens comportadas.
Veja detalhes da coleção na galeria UOL
Foto do UOL
Raquel Zimmermann é aclamada na passarela da Animale – Imagem do Terra Moda
“Com a ajuda dos irmãos Gisella e Roberto, Cláudia Jatahy criou a Animale, dando vazão à fórmula extravagante e sexy que consagraria a marca. Em 15 anos a grife conquistou a maioridade, com uma evolução que foi acontecendo aos poucos. Hoje Claudia é diretora de estilo, Gisella cuida do gerenciamento de produto e Roberto administra as finanças.”
Leia esta matéria completa no site Modernittá.
Inverno 2009 pela Animale
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Imagem da Galeria Uol
“A marca Lino Villaventura foi registrada em 1982, quando o estilista abriu a sua primeira loja em Fortaleza, em parceria com Inez Villaventura. Sua carreira profissional, entretanto, começou em 1978 com pequenas produções de tiragem limitada.” Leia mais no site da marca.
“Lino Villaventura foi um dos primeiros estilistas brasileiros a voltar os olhos para o mercado internacional. Em 1989, já com pouco mais de dez anos de carreira e referência na moda brasileira, o paraense, então radicado no Ceará, foi convidado pelo Itamaraty para representar o Brasil em uma feira internacional em Osaka, no Japão, a “World Trade Fashion”. A participação rendeu visibilidade, com um destaque no jornal britânico Financial Times. Lino não perdeu as oportunidades e logo estava com roupas em lojas de Tóquio, Osaka, Londres e Nova York. (…)
E em 1995, os trabalhos de Lino integraram a exposição “Art do Wear – Lunst als Kleidung”, na Alemanha. Participou, ainda, da exposição “A Arte do Brasil em Beirute”, no Museu Sursoak, no Líbano. Em 1996, quando foi lançado o Morumbi Fashion Brasil, embrião do São Paulo Fashion Week, Lino integrou a primeira equipe de estilistas que desfilaram. E até hoje, lança coleções nas duas edições anuais do evento.”
Leia esta matéria completa na site Uol Estilo.
Inverno 2009 por Lino Villaventura
Imagens da da Revista Elle e galeria do Uol.
A Maria Bonita Extra nasceu em 1990 para um público feminino, que busca qualidade e criatividade. Com estilo inovador e o mesmo padrão de qualidade da Maria Bonita, a marca conseguiu atingir posição significativa no mercado jovem de moda com estilo e identidade próprios.
Nos últimos anos a Maria Bonita Extra deu um salto dentro do mercado nacional, com 23 lojas nas principais cidades e 180 pontos de venda e, conquista formadores de opinião em todo o país. Seus lançamentos são aguardados pela mídia como referência de tendências e comportamento. A marca também conquista o mercado internacional. (…)
O estilo da Maria Bonita Extra é assinado por Ana Magalhães.
Leia esta matéria completa no site da Fashion Rio.
Inverno 2009 por Maria Bonita Extra
“A Maria Bonita Extra ficou famosa por seus vestidos que, a cada estação, viravam hit por conta da estampa, da modelagem mais solta, os ares de boneca e o bom acabamento. Na temporada passada, a grife mudou um pouco de cara e propôs uma garota com menos cara de “boneca” e mais arriscada, com saias longas, em comprimento no tornozelo, um pouco boêmias, com ares de garoto vestindo sapatos baixos masculinos. No inverno, o estilo bonequinha, porém, reconquistou seu posto temporariamente perdido.
Com temática que misturava a aristocracia e o rock, o desfile começou muito bem, com calças em tecido de alfaiataria, nada bobas, sugerindo um desmembramento do verão.”
Leia matéria completa de Carolina Vasone no site UOL Estilo e veja galeria com imagens de todos os looks.
Imagem do site G1 – Globo.com.
“Alessa Carioca de nascimento e no espírito, a estilista e designer Alessa inaugurou em 2002 a Casa da Alessa, uma combinação de lar/ateliê-loja/usina de criatividade em Ipanema. Alessa é tataraneta do alfaiate do Papa e fez mestrado dem Design na Central St. Martins em Londres. Se formou na ESDI – UERJ em Desenho Industrial (Design) e Comunicação Visual. Coleções de roupas, calcinhas e acessórios usam humor como matéria-prima e celebram uma identidade muito brasileira.
Irreverente, a marca Alessa é famosa por explorar espaços inusitados para seus desfiles no Fashion Rio. As coleções Alessa traduzem uma mulher de espírito divertido, ousado e sofisticado. (…)
Alessa está em 60 multimarcas no Brasil e em 22 países (Japão, França, Inglaterra, Itália, Portugal, Espanha, Emirados Árabes, Dinamarca, Australia).Participou de eventos internacionais, como Brasil 40 Graus na Selfridges em Londres, na Printemps e Galerie Lafayette, em Paris; Coin na Itália, Bread & Butter e SIMM na Espanha, “Brazil Fashion Now” em Tóquio, Pure em Londres. Alessa tem um showroom permanente para atender os clientes em Paris.”
Leia esta matéria completa e saiba mais sobre a grife Alessa no site da Fashion Rio.
Inverno 2009 por Alessa
Um inverno quente e vibrante que traz a energia das flores para combater o pessimismo em tempos de crise. Irreverente e alegre, às vezes, um pouco irreverente de mais, Alessa provoca e brinca com as formas, traz um ar de lingeries e abusa das sobreposições.
Numa promoção do Instituto Italiano de Comércio Exterior – ICE, entidade governamental ligada ao Ministério do Desenvolvimento Econômico da Itália, e da Associação Nacional dos Calçadistas Italianos – ANCI, 17 empresas italianas participam da 36ª Couromoda, que acontece de 12 a 15 de janeiro, no Anhembi, em São Paulo.
Além disso, a EMI- Ente Moda Itália organiza pela primeira vez sua participação na Couromoda 2009 onde sete empresas italianas de prêt-à-porter apresentam suas coleções no Pavilhão Italiano. A EMI – Ente Moda Itália foi criada em 1983, por iniciativa do Centro de Moda e Sistema da Itália, que promove e difunde o “Made in Italy” no exterior por meio da participação das empresas associadas em feiras internacionais de moda.
Moda Made in Italy – MARLYS
O Pavilhão Italiano conta com 200 metros quadrados, onde as empresas participantes buscam parcerias com indústrias nacionais para produzir seus produtos no Brasil e América Latina. Eles trazem o selo “Made in Italy”, de alto valor agregado e com preço final médio e alto.
Colagem comemorativa dos 10 anos da Casa de Criadores
A Casa dos Criadores já tem nomes consagrados entre seus lançadores, porém, aqui vamos ampliar nosso olhar para o novo.
O Fashion Bubbles tem um compromisso com os estudantes de moda que, durante todo o ano, nos procuram para resolver suas dúvidas, entre elas, como ter acesso à Casa Dos Criadores e quais as maneiras de se introduzirem neste universo dos novos talentos.
Neste ano, a Casa lançou um novo projeto, o Ponto Zero, que, em parceria com a ABIT, apresentou as coleções de alunos das quatro maiores escolas de São Paulo, Santa Marcelina, Senac, Anhembi Morumbi e Belas Artes.
Desfile André Phergon
Entre os alunos que apresentaram suas coleções, estava um ex aluno meu, Ivano de Paula, desfilando pela Belas Artes. Não é o primeiro aluno que tem apresentando seu trabalho na Casa: André Phergon apresentou neste evento sua sexta coleção.
André Phergon
“No meio desta crise mundial, acredito ser importante nos informarmos sobre o que andam falando do nosso setor, o que afeta positiva ou negativamente. O texto é um pouco longo, mas vale a pena ler para ficarmos preparados para o mercado.” (Robson Alves)
UseFashion ouviu mais de 700 profissionais de moda em pesquisa sobre os efeitos da crise global.
Por Lisie Venegas e Thomas Hartmann
Ciente da importância da atual conjuntura, a UseFashion, referência nacional no que diz respeito a informação estratégica de moda, ouviu profissionais do setor em uma pesquisa inédita no país. Vale lembrar que a crise financeira global iniciada nos Estados Unidos pauta as principais capas de revistas e telejornais, mas seus efeitos no mercado de bens não-duráveis, que inclui a moda, ainda não estão claros.
Veja os dados da pesquisa aqui.
Quase metade dos entrevistados concluiu que a crise já impactou negativamente seu negócio (368 respostas). Em grande parte, isso acontece devido à redução na oferta de crédito, segundo 38% da amostra. A perspectiva para o futuro, contudo, é promissora.
Enquanto que 345 respondentes ressaltaram que a projeção para os próximos dois anos não foi alterada, 121 afirmaram que o cenário pós-crise é melhor que o que tinham antes. Apenas 282 pessoas, 38% da amostra, consideraram que a crise piorou o cenário para seus negócios em 2009/2010.
Oportunidades e ameaças
OESTUDIO + Agus Comas – Estação Campo Limpo
O projeto Vestir Design pretende estabelecer as bases para a construção do pensamento de Moda.
Jum Nakao e Paula Limena, coordenadores do projeto que é parte integrante do movimento Viver Design, da Prefeitura Municipal da Cidade de São Paulo, foram curadores de uma exposição inusitada, onde looks de estilistas consagrados foram expostos em algumas estações do Metrô de São Paulo e na estação Brás da CPTM. Trata-se da exposição Re (produzir).
A mostra está distribuindo modelagens impressas originais das roupas, possibilitando desta forma, a reprodução autorizada das obras por qualquer cidadão. As mesmas modelagens estão disponíveis para download no site Viver Design em São Paulo desde o dia 02/11.
Melk Zda + Fábia Bercsek – Estação Ana Rosa
Por Mariana Perozzi
A diversidade étnica, econômica e cultural da sociedade brasileira, somada aos diferentes padrões de clima, informação e exigência dos consumidores, abre espaço para o surgimento de milhares de empresas (de micro-confecções a grandes indústrias de cosméticos) no país. O setor da beleza vem crescendo no Brasil, para atender a um público cada vez mais segmentado, refletindo as influências da moda, da mídia e dos movimentos sociais.
No ramo de perfumaria e cosméticos, inúmeras marcas, linhas de produtos, embalagens e preços visam suprir o gosto de cada consumidor, sendo os produtos para cabelos (crespos, lisos, ondulados, secos, oleosos, danificados etc) um exemplo. Além dos produtos étnicos, a indústria tem investido também em conceitos como bem-estar, relaxamento do corpo e contato com a natureza, por meio de óleos corporais, hidratantes etc. O desenvolvimento de produtos para retardar o envelhecimento da pele, principalmente a do rosto, também recebe forte investimento e aporte tecnológico. É um mundo de promessas, cor, jovialidade, inovação tecnológica e auto-estima.
Segundo a professora do Departamento de Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Ruth Helena Dweck, os brasileiros estão entre os povos mais vaidosos do mundo, comportamento percebido pela produção brasileira da indústria de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. A preocupação com a beleza impulsiona ainda o setor de serviços, com a sofisticação dos salões e clínicas de estética e o quase desaparecimento das barbearias, afirma Ruth, que coordenou o estudo “O impacto socioeconômico da beleza – 1995 a 2004″, tornado público no início deste ano.
A Bahia é o segundo maior produtor brasileiro do algodão tradicional, sendo que, nessa produção se destaca a região oeste, com sua cultura de alta tecnologia, feita no cerrado e direcionada ao agronegócio.
Entretanto, há tempos atrás, o algodão já foi cultivado em todo o oeste baiano pelo pequeno agricultor, de economia familiar, e agora a EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola) inicia um trabalho nesse sentido, mas visando à produção do algodão colorido, que poupa o planeta dos efluentes usados no tingimento e é 30% mais valorizado.
Muito procurado por países desenvolvidos, como o Japão, por ser ecológico e antialérgico, já que não usa tingimento, o ideal é que o algodão colorido seja produzido de forma orgânica, isto é, sem o uso de fertilizantes químicos ou agrotóxicos, o que é impossível na cultura em larga escala.
Leia matéria completa no Fashion Brasil.
Em sua edição de 24 de agosto, 2008, o jornal britânico “The Independent on Sunday” –edição dominical do jornal “The Independent”– traz uma matéria sobre a expansão da moda brasileira no mercado internacional.
De acordo com a autora do texto, Rachel Shields, “os brasileiros estão mostrando que o estilo da América do Sul é muito mais do que chinelos Havaianas e roupas de praia minúsculas.”
Segundo o Índice Global de Desenvolvimento de Varejo da AT Kearney, o mercado de roupas brasileiro vale o equivalente a cerca de R$ 57 bilhões e cresce 7% ao ano.
O jornal afirma que os consumidores britânicos estão aderindo cada vez mais às criações de estilistas brasileiros que, como Daniella Helayel, fogem ao padrão tradicionalmente extravagante da América do Sul.
Leia o artigo completo, em português, na Folha Online ou o artigo original, em inglês, Brazilian style: South American fashion on the world stage
Como a confecção paulista Cris Barros está combatendo um mal muito comum entre as pequenas e médias empresas de seu setor — precariedade na administração e custos nas alturas
Em apenas cinco anos, a ex-modelo Cris Barros, de 36 anos, conseguiu se estabelecer como uma das estilistas mais procuradas pelo público que freqüenta endereços chiques da moda paulistana. A manequim, que saiu da adolescência estampando capas de revista, acabou virando empreendedora de uma grife que produz 50 000 peças ao ano e que leva seu nome. Segundo estimativas do mercado, a empresa fatura cerca de 10 milhões de reais por ano, e as vendas vêm crescendo a uma média de 30% a cada coleção. Hoje, suas roupas estão presentes em 60 pontos-de-venda em todo o Brasil e em lojas de luxo de 12 países, entre os quais Estados Unidos, Líbano e África do Sul.
Em parte, a história de Cris não é muito diferente da de outros empreendedores do mundo da moda que saíram das passarelas ou dos ateliês de costura para criar marcas poderosas. A diferença é que, logo nos primeiros anos, Cris percebeu que o crescimento do negócio ia exigir bem mais do que a criatividade necessária para compor belos modelos — era preciso manter uma gestão eficiente e um rigoroso controle dos custos. “No lançamento da minha primeira coleção, em 2002, o estoque previsto para durar três meses foi vendido em apenas 15 dias”, diz ela. “Não demorou muito para perceber que, sozinha, eu não daria conta de acompanhar o crescimento da marca.”
Imagem ilustrativa do site 2008
Criado com o objetivo de lançar novas marcas no mercado, o Rio Moda Hype caminha para a sua 10ª edição, divulgando os próximos nomes da nova safra de estilistas da moda brasileira. A nova edição já está com as inscrições abertas para o Outono/Inverno 2009 e teve início no dia 26 de junho. Elas encerram-se no dia 25 de agosto, ou seja, só há mais uma semana para se inscrever para o concurso.
Para maiores informações, os candidatos podem entrar em contato pelo telefone (21) 2267-0066.
Você sabe o que é o Rio Moda Hype?
Lançado em 2004, o projeto Prêmio Rio Moda Hype é um evento pioneiro dedicado a lançar os novos talentos da moda nacional. Segundo o site Meninas da Moda, o objetivo é “descobrir e estimular estilistas proporcionando, através da premiação, a entrada do novo profissional no mercado. Diferentemente dos outros projetos de novos talentos, o PRMH ocorre dentro da programação oficial do Fashion Rio”.