Maria.Valentina é a marca símbolo da mulher sofisticada, jovem, e independente. Carrega com ela o tom chique com que foi criada, e exibe cada vez mais peças com inspirações modernas. Suas consumidoras se fazem notar por sua elegância e inteligência, exibindo toda sua versatilidade.
A marca Maria.Valentina encara a moda como estandarte comportamental de beleza com sofisticação, o que faz com que ela cresça dia a dia. Hoje, já está presente em mais de 800 pontos de venda em todo o Brasil.
Maria.Valentina também está presente no universo esportivo, com sua linha Fitness, criada em 2007. Beleza e conforto para a mulher que pratica esportes. Os tecidos são próprios para esse segmento, leves e confortáveis, os cortes valorizam o corpo feminino e as tendências da moda nunca são esquecidas.
Os acessórios, bolsas, cintos e bijuterias completam o visual da mulher Maria.Valentina com muito estilo.
Para conhecer um pouco mais da Maria.Valentina, acesse o site oficial da marca. É possível encontrar o endereço de todas as lojas que vendem os produtos da marca, os representantes e um link para contato.
Veja imagens da coleção Safári da Maria.Valentina:
Versace
Por Leonize Maurílio
O tema Deusa Grega é uma homenagem ao clássico. Seus vestidos diáfanos, traduzidos em modelos como o tomara-que-caia e vestidos de um ombro só, têm um toque de sensualidade e fluidez, sem esquecer a beleza de uma elegância clássica.
Os vestidos desse estilo deverão ser muito vistos em festas que exijam um pouco mais de sofisticação e devem ser combinados com acessórios que não chamem mais atenção do que o próprio vestido.
Os modelos longos ficam ainda mais elegantes quando possuem drapeados e detalhes com brilho (como broches por exemplo). Já os mais curtos são mais ajustados ao corpo e ficam mais atraentes em mulheres com o corpo em forma.
Salvatore Ferragamo
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Karl Lagerfeld
O vestido tomara-que-caia vem aparecendo bastante nos looks das celebridades e também nos desfiles internacionais. O tomara-que-caia é um clássico da moda e será uma das estrelas do próximo verão.
De uma forma bem feminina, o estilo traz sensualidade e pode ser usado como vestido de festa ou no dia-a-dia. Ele reapareceu de forma descontraída e continua como símbolo de elegância.
Saiba um pouco da história do tomara-que-caia
“Embora seja uma variação dos corseletes do século 15, o tomara-que-caia como conhecemos hoje surgiu em 1946, quando o figurinista Jean Louis criou um modelo de cetim para a atriz Rita Hayworth usar no filme Gilda.
Nos anos 1950, o estilista Balenciaga fez esse decote com corpo justo e saia rodada, que é copiado até hoje. “Por causa das barbatanas e da estrutura rígida, o tomara-que-caia afina a cintura e mantém a postura reta”, explica Fran Scheck, modelista a Escola Sigbol Fashion, de São Paulo. Atualmente, ele é o modelo preferido das noivas e das atrizes de cinema em noites de gala.” (Veja matéria completa no site Manequim – Editora Abril)
Rita Hayworth foi a primeira a utilizar o tomara-que-caia em 1946, no filme Gilda
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DKNY
As torções e amarrações nas roupas devem marcar o Verão 2010. Além de serem utilizadas tanto em vestidos quanto em blusas, a tendência vem para dar um toque diferenciado de beleza e estilo nas mulheres.
Podem ser encontradas de maneiras mais trabalhadas ou em simples laços, sendo vistas em roupas para festas e eventos que mereçam uma produção mais sofisticada ou em roupas descoladas para encontros casuais.
Valentino
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Emanuel Ungaro
Um dos hits mais fortes para o Verão 2010 são as peças de um ombro só. Modelos assim podem ser encontrados em vestidos clássicos ou modernos, dando um toque especial de beleza e elegância.
“A modelagem não é nova, mas está no auge nesta estação. Peças de um ombro só, como blusas e vestidos, estão nos tapetes vermelhos e nas passarelas nacionais e internacionais.
Sensual, a forma é usada desde a época da estilista francesa Madeleine Vionnet (1876-1975), que nos anos 1930 já apostava em drapeados e no colo à mostra, com forte inspiração grega. Depois, ganhou versão mais esportiva nos anos 1980, com os colantes de um ombro só.” (Veja matéria completa no Terra.)
BCBG Max Azria
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Por Ângela Rodrigues em referência ao 8 de março!
Vinicius q me desculpe, mas, mais fundamental que a beleza, é a destreza, a macheza, camufladas na delicadeza do toque forte, duro, quase rude, seguro e pontual.
A inteligência geral, que não humilha, mas disfarçadamente corrige, ensina, sugere o erro, mas instiga a fala, quer ouvir, não apenas corrigir, mas aprender, rever verdades, surpreender.
Agora, a mulher que aflora não tem só corpo, não tem só peito, só nádegas, lábios pouco úmidos, isso é muito pouco!
Ah Vinicius! pena não ter visto a geração de agora, com ou sem saboneteiras, é mais vivida, mais senhora, mais menina que outrora, despudorada, dissimulada, articulada, recatada, sexuada, sensual, amoral, isso sim é que é fundamental… tudo isso em uma só, uma só com um pouco disso, é mais gente, muitíssimo mais carente!
Me perdoem os fracassados, travados, os coitados, desiludidos, mal sucedidos, mal vividos, mas é absolutamente preciso ser provedor, ser amante, orador, ter cheiro bom, ser provedor de um tudo, ela agora só quer ser mulher!
Servida, degustada, bebida, protegida, imunizada do ocioso, vicioso, mal cheiroso, agressor maldito, que lixo!
Mas não sejamos hipócritas, ao feio da carne, nosso respeito, mas hoje temos direito, se vire, corra, ande, depile o peito, faça pose, aprenda, nos surpreenda.
Parecer bonito atrai, mil coisas suscita, sussurra apenas o que belo explícito grita!
Como não depende de genética, se faça, se refaça, se procure, se encontre, se melhore, se lapide, de um jeito! Qualquer jeito!
Leia, ouça, veja, capte, sinta, intua,transcenda!
Por Luiz Paulo Montes
O dia 08 de março de 1857 é um marco para o reconhecimento do Dia Internacional da Mulher. Foi nesta data, em Nova York, que ocorreu a primeira greve liderada somente por mulheres. Elas eram operárias de uma fábrica de tecidos e reivindicavam condições melhores de trabalho, como redução na jornada de trabalho para 10 horas, melhores salários e tratamento digno.
Na época, o resultado dessa grande revolta foi a morte de 129 moças, carbonizadas dentro da fábrica, como forma de repressão. Porém, se pensarmos num contexto geral, foi neste dia que as mulheres começaram a luta pelo seu reconhecimento e sua independência.
Recém lançada na 14º Prêmio de Maquiagem Avon, o Portal da Maquiagem já está dando o que falar. O site foi elaborado para as pessoas que amam moda, cultura e, claro, beleza. É um espaço exclusivo para quem quer se interar das novidades e tendências do mercado beauty.
O objetivo do Portal da Maquiagem é manter uma plataforma aberta para os usuários e leitores de forma que possam visualizar os trabalhos dos membros da comunidade, tendo a possibilidade de indicar a página do profissional para o outro leitor, com o objetivo de aperfeiçoando profissional e troca cultural.
Qualquer usuário / leitor poderá ter acesso ao site para adquirir as informações postadas pela empresa e também por colaboradores. Lembrando que, o conteúdo postado é de responsabilidade do usuário.
Na história do vinho, houve mulheres fortes que deixaram sua marca num meio tradicionalmente dominado por homens. Um exemplo clássico: Nicole-Barbe Clicquot-Ponsardin, a veuve Clicquot, que, viúva aos 27 anos e mãe de uma filha de 3 anos, revolucionou a casa de champanhe da família no início do século 19 e ficou conhecida como a inventora do remuage, procedimento destinado a retirar as borras de levedura das garrafas de champanhe.
Como adoramos tudo que borbulha, gostaríamos de homenagear todas as mulheres, no Dia Internacional da Mulher, através de Madame Nicole-Barbe Ponsardin Clicquot, mais conhecida como Veuve Clicquot.
Leia a matéria Mulheres do Vinho. Em homenagem ao Dia Internacional das Mulher, comemorado no próximo dia 8 de março, esta matéria conta um pouco da trajetória de quatro enólogas, três brasileiras e uma francesa, de distintas gerações. Elas falam de eventuais preconceitos que tiveram de enfrentar para seguir sua vocação e sobre as características dos vinhos feitos por mãos mais delicadas que as dos homens. Seriam esses vinhos, por definição, mais femininos que os demais, elaborados por seus colegas do sexo oposto? Com a palavra, as enólogas.